Bom, hoje é um post em homenagem ao meu queridíssimo e amado Clube de Regatas Vasco da Gama, que hoje confirmou seu retorno a elite do futebol nacional após vencer o Juventude-RS por 2 x 1, aos olhos de quase 82 mil pessoas no Maracanã. Então, para tal evento, nada como uma tradicional receita portuguesa!
Bacalhau à Zé do Pipo
Ingredientes (para 4 pessoas):
1kg Bacalhau (Lombo);
200g de Cebolas;
1L de Leite;
40ml de azeite de oliva extra virgem;
1 Folha de Louro;
Sal e pimenta a gosto;
100g de Maionese (feita com 2 gemas e 40ml de azeite);
750g de Purê de Batata;
15 Azeitonas Pretas.
Modo de Preparo:
Depois de bem dessalgado, corte o bacalhau em postas. Cozinhe-o um pouco no leite. Depois de cozido, escorra o bacalhau e coloque num recipiente de barro. Pique as cebolas e refogue com o azeite, o louro, sal e pimenta e um pouco de leite do cozimento do bacalhau. A cebola deve ficar branca e macia e nunca dourada. Deite a cebola sobre as postas de bacalhau, que depois se cobrem completamente com a maionese. Contorne a travessa com o purê de batata com auxilio de um saco de confeitar e leve ao forno para gratinar. Enfeite com as azeitonas pretas.
Obs.: Esta receita surgiu em um célebre restaurante que existiu em Porto (Portugal) cujo proprietário davam o nome de Zé do Pipo.
Neste mês de outubro foi lançada a edição nº7 da revista Art'Belle da queridíssima Cristina Bernal. A Revista sempre aborda temas como moda, saúde, beleza, ambientes, turismo, eventos, e agora conta com a coluna de gastronomia. Fui convidado e assumi esse papel. Abaixo segue minha primeira coluna. A partir de agora sempre estarei registrando temas em alta no mundo gastronômico, e claro, sempre com uma super receita! Estará me auxiliando com as fotos, meu grande amigo Matheus Koproski Machado, que nesta minha primeira coluna foi o responsável pelos registros fotográficos.
A cidade de Port Elgin, em Ontário, Canadá, foi palco nos dias 3 e 4 de outubro da 23ª Pumpinkfest, um concurso de abóboras gigantes. A abóbora vencedora do sábado, dia 3, pesava 1678 libras (aproximadamente 761,8Kg) e estabeleceu um novo recorde no festival. O casal vencedor, Jane e Phil Hunt, da cidade de Cameron, na província de Ontário, ganhou um prêmio de mil dólares canadenses. O segundo lugar ficou com Eric Sundin, com uma abóbora de 1451,5 libras (658,9kg), de Stoney Creek, na mesma província.
A Port Elgin Pumpinkfest foi criada como incentivo para melhorar os negócios da região. O primeiro grande evento foi realizado em 1986 e ficou conhecido como "The Great Pumpkin Event". Na ocasião as abóboras pesavam 250 libras (113,5Kg). O concurso também elege a abobrinha e a melancia mais pesadas. Além disso, premiam os maiores girassóis, e o vegetal mais bizarro. Segundo a brasileira Jane Thede, que esteve presente no evento, a festa atrai competidores dos Estados Unidos e é uma tradição. "Eles tinham também melancias de 54Kg, repolhos imensos, abobrinhas de 60kg e por aí vai...". O evento reúne também uma exposição de carros antigos.
Em 6 de outubro, uma produtora rural venceu o concurso Ohio Valley, nos Estados Unidos, ao apresentar uma abóbora que pesava mais de782Kg.
Abóbora campeã do concurso em Port Elgin - Canadá.
Chefs franceses preparam “maior tiramisú do mundo”
Um tiramisú preparado em um festival de culinária na França foi no último dia 31 foi reconhecido pelo livro Guinness World Records como o maior do mundo. Com mais de uma tonelada, ou exatamente 1.075,92 kg, a sobremesa gigante foi montada sobre uma pista de patinação de gelo, especialmente adaptada para manter o doce fresco. Mais de dez chefs doceiros viraram a noite em Villeurbanne, perto de Lyon, batendo ovos e adicionando creme, açúcar e cacau à mistura. Foram usados 300 kg de queijo italiano mascarpone, 60 kg de creme, 192 kg de açúcar, 180 kg de biscoitos champagne, 12 kg de chocolate e 4,8 kg de cacau em pó.
O tiramisú é uma sobremesa italiana que pode ser traduzida livremente como "alce-me", ou "leve-me ao céu".
Com a façanha, os doceiros franceses bateram o recorde de maior tiramisú do mundo, que antes pertencia a uma iguaria de 783 kg preparada por uma equipe suíça.
Reino Unido mantém vivo o legado da criação de Lord Sandwich
A cada ano, os britânicos devoram 11,25 bilhões de sanduíches, produto que se transformou em parte fundamental de sua dieta e que deve seu nome a Lord Sandwich, nobre e político inglês do século XVIII que pediu carne entre dois pedaços de pão para não deixar sua mesa de jogo.
Os dados sobre o consumo de sanduíches no Reino Unido são da Associação Britânica do Sanduíche, cujo diretor, Jim Winship, disse à Agência EFE que 75% deles são preparados em casa. Os 25% restantes - 2,8 bilhões de sanduíches - são comprados em supermercados, cafeterias, lanchonetes e quiosques, em um negócio que emprega 300 mil pessoas e ao qual pertencem 15 mil empresas, incluindo o varejo. Não existem estatísticas em nível europeu ou mundial, mas, dada a importância do sanduíche na alimentação diária dos 60 milhões de habitantes do Reino Unido, Winship admite que o país seja, provavelmente, o maior consumidor de sanduíches do mundo.
A imagem de dezenas de executivos aproveitando sua hora do almoço para comer um sanduíche em algum parque londrino é comum, principalmente em Canary Wharf e na City, o distrito financeiro da cidade. Entretanto, o sanduíche não é um produto que pertence a determinadas classes sociais ou faixas etárias, e faz parte também do almoço dos estudantes e dos cardápios de produtos para viagem vendidos em supermercados que, por duas libras, incluem também um pacote de batatas fritas e uma bebida.
As dúvidas sobre a conveniência de incluir um sanduíche na dieta diária aumentaram nos últimos anos paralelamente ao crescimento do número de pessoas obesas no Reino Unido, onde dois de cada cinco adultos são obesos, assim como 30% da população abaixo de 15 anos.
A história de como surgiu o sanduíche remonta ao século XVIII, época em que viveu John Montagu (1718-1792), quarto Conde de Sanduíche, uma cidade marítima situada no leste do Reino Unido. Montagu foi um político que estudou na Universidade de Cambridge e passou parte de sua juventude viajando pela Europa. Sua carreira começou em 1744, quando foi nomeado Lorde do Almirantado da Marinha Real Britânica. Daí continuou progredindo até fazer parte do Governo do primeiro-ministro Henry Pelham (1748-1751) e ocupar o cargo de secretário de Estado. Também foi o patrão do famoso capitão James Cook, que decidiu batizar como Ilhas Sanduíche um arquipélago descoberto em 1778 no Oceano Pacífico - o Havaí. Sempre envolvido em polêmicas, a vida pessoal do conde de Sandwich foi turbulenta. Foi casado com uma mulher que enlouqueceu, passou 16 anos com uma famosa cantora que lhe deu cinco filhos - até que um fã a assassinou - e documentos da época o acusa de corrupção por usar "o patrimônio do escritório do Almirantado em subornos de caráter político". O nobre ficou conhecido também por ter promovido a música da época - diz-se que Händel não seria hoje tão famoso sem sua ajuda -, mas teve sua biografia manchada por ser o responsável da Marinha Real Britânica durante o período de perdas de colônias americanas. O momento exato no qual o sanduíche nasceu remonta ao ano de 1762 (embora outros especialistas digam que foi em 1765) em um exclusivo clube de jogo ao qual só 25 homens podiam entrar, sendo que um deles era o Príncipe de Gales.
O escritor francês Pierre-Jean Grosley relatou a ocasião da criação do prato em um de seus livros: "Um secretário de Estado passou 24 horas em uma mesa de jogo, tão absorto nisso que, durante todo o tempo que esteve ali, não comeu nada além de um pedaço de carne entre duas fatias de pão tostado, que devorou sem tirar os olhos do jogo". "Este novo prato começou a virar moda durante minha estadia em Londres e adotou o nome do político que o inventou", explica Grosley.
O historiador Nicholas Rodger, autor de um livro sobre a vida de John Montagu, defende que esta história pode ser apenas um rumor, embora considere o Lord Sandwich como o verdadeiro criador do sanduíche em sua forma original, com carne bovina entre dois pedaços de pão.Nem seu papel ao comando da força naval britânica, nem seu trabalho no Governo, nem seu mecenato sobre Händel e o capitão Cook; o nome de Lord Sandwich estará ligado para sempre a esses dois pedaços de pão, com os quais, mesmo sem saber, passou para a posteridade.