quarta-feira, 26 de maio de 2010

Breve resumo sobre a culinária polonêsa

Culinária da Polônia (kuchnia polska) é uma mistura de tradições culinárias eslavas e estrangeiras. Surgida da mistura dos diversos costumes culinários das várias regiões da Polônia e culturas circunvizinhas, ela utiliza uma grande variedade de ingredientes. É rica em carne de todos os tipos e temperos, bem como de tipos diferentes de massas e bolinhos, sendo o mais popular deles o pierogi. Assemelha-se a outras culinárias eslavas quanto ao uso de mingaus (kasza) e de outros cereais, mas teve também uma grande influência das culinárias turca, alemã, húngara, judaica, francesa e culinárias coloniais do passado. No geral, a culinária polonesa é rica, substancial e relativamente alta em gorduras. O polonês dedica uma parte generosa de seu tempo para desfrutar duas refeitções.

Um almoço típico é normalmente comporto de pelo menos três pratos, começando com uma sopa, como barszcz (beterraba) ou zurek (uma alimento feito de centeio triturado fermentado), seguido talvez em um restaurante por um aperitivo de salmão ou arenque (preparado com creme, óleo ou vinagre). Outros aperitivos populares são patês feitos de vários tipos de carnes, legumes ou peixes. O prato principal pode ser bigos ou shabowy (bistecas de porco empanadas). termina com uma sobremesa, que pode ser um sorvete ou, mais provavelmente um pedaço de makowiec (bolo feito em casa com sementes de papoula), ou ainda drozdzówka, um tipo de bolo de levedo. Outras especialidades polonesas incluem clodnik (uma sopa fria de beterraba para os dias quentes), golonka (juntas de carne de porco cozida com legumes), kolduny (bolinhos de massa de carne), zrazy (fatias de carne de boi), salceson e flaki (tripas). Muitos pratos cont~em queijo tipo quark.


Oscypek - queijo defumado, feito com leite de ovelha não pasteurizado e salgado, na região das montanha Tatras, no sul do país.

Bigos - servido como prato único e, conforme a região, preparado com couve branca ou chucrute e grande variedade de carnes. Pode ser temperados com pimenta, louro, malaguetas, ameixas secas, vinho branco. Por vezes são usados junto tomates inteiros ou em polpa, mel e cogumelos.

Borscht - sopa normalmente preparada com beterraba e vodka que lhe dá forte coloração. Outros ingredientes costumeiros são o repolho, cenoura, pepino, batata, cebola, tomate, cogumelo e carne, e algumas vezes encontra-se com feijão.

Pierogi - tipo de pastel cozido, feito com farinha e ovos, e recheado com ricota, batata ou repolho (in natura) e carne. Geralmente servido com molho a base de embutidos defumados e nata azeda.

Ponczki - semelhante ao nosso "sonho" porém com massa a base de batata.

Fonte e fotos: by Internet

terça-feira, 25 de maio de 2010

Breve resumo sobre a culinária grega

A culinária grega contemporânea é tipicamente mediterrânea, e utiliza extensivamente o azeite, grãos e pães, vinho, peixes e diversos tipos de carnes, incluindo aves e coelho. Entre os ingredientes típicos da culinária grega estão a carne de cordeiro ou de porco, azeitonas kalamata, queijo feta, folhas de uva, abobrinha e iogurte. Entre as sobremesas predominam o mel e as nozes. Alguns pratos se utilizam de massa folhada.

O elemento mais característico e antigo da culinária grega é o azeite, utilizado em quase todos os seus pratos. É produzido a partir das oliveiras, muito presentes em toda a região, que dá um toque característico à comida grega. O grão mais utilizado na Grécia é o trigo, embora a cevada também seja cultivada. Entre os legumes e verduras cultivados estão o tomate, a berinjela, batata, vagem, okra, pimentões e cebolas. O mel é extraído do néctar de árvores frutíferas e cítricas: limoeiros, laranjeiras, além do mel, do tomilho e do que é extraído das pinhas produzidas pelas coníferas. O lentisco, resina aromática com coloração de marfim, é cultivado na ilha de Quios, situada no mar Egeu.

A culinária grega utiliza-se de mais ervas e temperos do que é comum com outras culinárias do Mediterrâneo: orégano, menta, alho, cebola, endro e folhas de louro, manjericão, tomilho e funcho. Muitas receitas gregas, especialmente no norte do país, utilizam-se de ervas "doces", como, por exemplo, cravo e canela em cozidos. Os sabores gregos frequentemente são caracterizados pelo uso de menta e noz-moscada.

O terreno do país favoreceu a criação de cabras e ovelhas, no lugar de vacas, e, desta maneira, pratos com carne bovina são mais raros. Pratos feitos com peixes são mais comuns, especialmente nas regiões litorâneas e nas ilhas. Uma grande variedade de queijos também é utilizada na culinária da Grécia; alguns dos tipos são: Feta, Kasseri, Kefalotyi, Graviera, Anthotyros, Manouri, Metsovone e Mizithra.

O espírito rústico da culinária grega geralmente se opõe a muito refinamento, embora as tendências recentes tenham indicado que a culinária contemporânea do país esteja se deslocando a um enfoque mais refinado. Comer fora sempre foi uma prática comum no país; estabelecimentos como a taverna e o expiatório, espalhados por todo o país, servem comida grega caseira tradicional a preços acessíveis, tanto para locais como para turístas.

Recentemente o fast-food veio se tornando popular na Gréica, como no resto da Europa, com diversas cadeiras estrangeiras abrindo franquias. A maioria dos gregos, no entanto, ainda tem como base de sua alimentação os pratos ricos e extensos de sua culinária. Além disso, algumas comidas tradicionais dos gregos, em especial o souvlaki, gyros, saunduíches do pão pita, tiropita e spanakopita, entre outros, são servidos no estilo fast-food.


Salada Grega - salada de tomates, pepinos, cebolas, azeitonas pretas, pimentões verdes e queijo de ovelha (feta), regada e temperada com vinagre, azeite de oliva, sal e pimenta.

Meze - ou em algumas literaturas mezze, é uma seleção de acepipes (pequenos pratos salgados) tradicionalmente servidos com ouzo (bebida de anis) na Grécia e raki (licor derivado da uva) na Turquia.

Revithia - tradicional sopa de grão de bico e legumes.

Taramasalata - ou taramosalata, é um prato feito com ovas de bacalhau ou de carpa, salgadas e defumadas, misturas com azeite e sumo de limão.

Fonte e fotos: by Internet

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Breve resumo sobre a culinária espanhola

As diferentes cozinhas espanholas formam um conjunto gastronômico situado entre os primeiros do Ocidente, juntamente com a cozinha francesa e a italiana. Dentre as cozinhas espanholas destaca-se a basca, seguida da catalã e da andaluza.

A cozinha espanhola é marcada pela diversividade de pratos regionais, resultado de várias formas de comer, usos e costumes, dos povos que se fixaram na Ibéria. Fenícios, romanos e principalmente árabes contribuíram, na sua gênese, para a formação da mesa espanhola. Os romanos introduziram a famosa trilogia mediterrânea: pão, azeite e vinho. Os árabes, fruto de uma permanência de quase oito séculos, contribuíram de forma vincada no caráter da gastronomia espanhola. Introduziram o arroz, a laranja, o açafrão, a canela, o alho, entre muitos outros produtos. Depois das descobertas, os produtos vindos de novos continentes, vieram enriquecer esta dieta sã.

A cozinha espanhola ganha também pelos seus cozidos com vinho, em especial o xerez. Usa-se mesmo o chocolate, foram os espanhóis responsáveis pela sua introdução nos hábitos de consumo da Europa.

Com a caça também se fazem pratos de alta cozinha, especialmente com o usa da perdiz, javali e cabrito montês.

A charcutaria (presunto e enchidos picantes) caracteriza a cozinha mais rústica de algumas regiões. Os queijos são de gosto forte, à base de leite de cabra ou de ovelha, menos usualmente de vaca.

Na gastronomia espanhola cabe ainda referência para os churros (fritos quentes) e o turrón doce, espécie de nogado com muitas variedades. Nos cafés petiscam-se tapas, aperitivos muito condimentados, por vezes valendo quase uma refeição completa.

Os doces são ricos em açúcar e amêndoas: folhados, tortas recheadas com doce, pudins de laranja e etc.

Há quem afirme sem medo que a cozinha basca é a melhor da Espanha. Destaque feito para os peixes como o Bacalhau Al Pil Pil, soberbo pela simplicidade dos ingredientes. Do País Basco chegam também as lulas cozinhadas na sua tinta, molho verde, leve e aromático, utilizado sobre pescada. Tudo isso tendo por ingredientes somente alho, salsa e azeite. Também destacam-se ainda as sardinhas assadas em escabeche e as excelentes sopas de peixes. Nas carnes há de se referir as costeletas de Azpeitia.


Tapas - o conceito de tapas é uma das mais importantes contribuições espanholas para a gastronomia mundial. A tapa é um pedaço de comida pequeno e leve consumida antes do almoço ou da janta, sempre com um copo de vinho ou cerveja. A tapa pode ser apresentada de diversos modos: como um pincho (com um pau), como um mini prato de receita tradicional ou como um canapé.

Paella Valenciana - feita com carne e frutos do mar, surgiu na região de Valência, leste da Espanha, entre os séculos XV e XVI. Camponeses usavam carne de caças, legumes e arroz para cozinhar num tacho baixo de ferro que ia diretamente ao fogo de chão.

Bacalhau Al Pil Pil - preparado a base de alho, azeite e pimenta dedo-de-moça.

Turrón - massa doce obtida pela cocção de mel (ou açúcar) incorporada de amêndoas sem casca.

Churros - muito conhecido pelos brasileiros, é uma massa de formato cilíndrico, frita e passada numa mistura de açúcar com canela. Originalmente passa-se doce de leite ou chocolate derretido para comer.

Fonte e Fotos: Internet

domingo, 23 de maio de 2010

Breve resumo sobre a culinária alemã

Apesar de encravada no meio do caminho entre a França e a Itália (donas das gastronomias mais importantes do continente), a culinária alemã é pouco conhecida entre os brasileiros, exceto entre descendentes. A idéia geral é a de que se trata de uma cozinha "substanciosa" e "generosa" e que valoriza carnes de porco, repolho e cozidos.

Esta idéia geral não está totalmente incorreta, mas ao resumir a cozinha germânica a este conceito perdemos uma dezena de detalhes e variações culinárias, que, como em qualquer país, mudam de região para região.

Ao norte, por exemplo, onde as influências holandesas, escandinavas e polonesas misturam-se às tradições alemãs, encontramos sopas grossas, peixes e carnes defumadas. A Alemanha Central é conhecida por fazer uso de ingredientes como cerveja, pão e presunto, além de ragouts, vegetais frescos e doces folhados eslavos. No sul (em especial nas províncias de Baden e Rhineland, a terra do vinho), a carne de caça predomina. Na Bavária, por sua vez, os carros-chefes são as carnes e a pâtisserie.

Uma característica marcante da comida alemã é a mistura de frutas às comidas salgadas, como a sopa de cerejas e a sopa de enguias (com cenouras, ervilhas, arpargos, ameixas e damascos secos) especialidades de Hamburgo. Na região da Floresta Negra, há lombo de veado servido com maçãs e recheado com frutas vermelhas. O tradicional Himmel und Erde ("Céu e Terra") é feito de purê de batatas e maçãs e servido com linguíças grelhadas.

Foi a charcutaria que deu fama aos alemães. A variedade é imensa e está na mesa de famílias do país todo. Há salsichas para grelhar/fritar (bratwurst) ou pochear (kochwurst), feitas com um ou diversos tipos de carne e acrescidas de especiarias.

A weisswurst, por exemplo, é branca e leva vitelo, carne de boi e salsinha. Deve ser consumida de preferência fresca. A crocante bockwurst, mais conhecida aqui como salsichão de alho, pode ser pocheada ou grelhada. A frankfurter, uma das mais conhecidas, também é bastante crocante, mas mais fina e feita 100% de carne suína, diferentemente da weiner, a versão da frankfurter que permite carne bovina em sua composição. Ambas devem ser pocheadas, de preferência. A nurenberger, de carne de porco, ervas aromáticas e também branca, deve ser frita.

Outros componentes típicos da cozinha alemã são os pães de todas as cores e formatos, como os integrais, de centeio e trigo ou ainda temperados com gergelim e cominho (knackebrot e pumpernickel). Dentre os queijos, destaca-se o Quark, mole e normalmente misturado a cebolas, páprica e ervas. Variedades de carnes, peixes, frutos do mar e aves são encontradas em todo o país. Os alemães apreciam muito as ostras e mexilhões, assim como galinha e ganso. A carne moída típica de Berlim e Hamburgo virou o hamburger americano.

Dentre os vegetais, claro, o repolho de todas as cores lidera a preferência. Mas a batata, como em muitos países europeus, também é muitíssimo usada. Dentre as frutas, as mais típicas são as maçãs e cerejas, geralmente transformadas em conservas, geléias e eaux-de-vie (como o kirsch). Como sobremesa, há doces folhados, biscoitos, perfumaddos bolos de especiarias, além do típico e gigante bolo de natal, o baumkuchen, em formato de árvore. O marzipã é um dos chamarizes da cidade de Lübeck, que chama para si a responsabilidade de ter inventado a especialidade confeiteira.

Apesar de não ter a melhor reputação vinícola, especialmente no Brasil, a Alemanha possui vinhos preciosos. A bebida por excelência para acompanhar as refeições, no entanto, é a cerveja, claro!


Sauerkraut - repolho fermentado naturalmente com condimentos.

Knödels - bolotas macias de batata ou pão.

Kassler - pedaços de carne suína salgadas e defumadas, tradicionalmente carne do pescoço e do lombo, mas encontra-se também costeletas e carne da barriga.

Einsbein - joelho de porco.

Apfelstrudel - doce de maçã com massa folhada - de origem austríaca (Viena), mas muito tradicional na Alemanhã.

Fonte e fotos: Internet

sábado, 22 de maio de 2010

Breve resumo sobre a culinária portuguesa

A Culinária portuguesa, ainda que esteha restrita a um espaço geográfico relativamente pequeno, mostra influências mediterrâneas (incluindo-se na chamada "dieta mediterrânea") e também atlânticas, como é visível na quantidade de peixes consumidos tradicionalmente.

Muito mudou desde que Estrabão se referiu aos Lusitanos como um povo que se alimentava de bolotas. A base da gastronomia mediterrânea, assente na trilogia do pão, vinho e azeite, repete-se em todo o território nacional, acrescentando-se os produtos hortícolas, como em variadas sopas e os frutos frescos. A carne e as vísceras, principalmente de porco, compõem também um conjunto de pratos e petiscos regionais, onde sobressaem os presuntos e os enchidos.

Com o advento das descobertas marítimas, a culinária portuguesa rapidamente integrou o uso, por vezes quase excessivo, de especiarias e do açúcar, além de outros produtos, como o feijão e a batata, que foram adaptados como produtos essenciais. Nota-se que a variedade de pratos regionais se verifica mesmo em áreas restritas. Duas cidades vizinhas podem apresentar, sob o mesmo nome, pratos que podem diferir bastante na forma de preparação, ainda que partilhem a mesma receita de base. A generalizações nem sempre estão corretas: as diversas culinárias regionais variam muito na mesma região.

Abaixo exemplos de preparações típicas portuguesas:


Trutas Abafadas - Comum na região de Beira Alta, a preparação se resume a truta marinada e finalizada cozida ao bafo.

Filhós - semelhante ao nosso "bolinho de chuva", tradicionalmente consumido na região de Algarve.

Bacalhau à Gomes de Sá - tradicional na região entre Douro e Minho - receita de bacalhau com batata, ovos, azeitona preta, azeite de oliva e temperos.